Nesta terça-feira (7), a Prefeitura do Rio de Janeiro e o Governo do Estado divulgaram o programa Tolerância Zero, com foco no combate à ocupação irregular de espaços públicos na capital fluminense. As ações, que têm início programado para 16 de julho, priorizarão as áreas da orla na Zona Sul.
As autoridades informaram que a iniciativa visa promover uma colaboração entre diferentes órgãos para lidar com a distribuição, estruturação e comercialização de produtos ilegais nos calçadões. De acordo com a administração municipal, essa ação é parte de um esforço para desmantelar uma rede de exploração que estaria ligada ao crime organizado.
Programa Tolerância Zero foca na ocupação irregular da orla
A apresentação do programa ocorreu no Centro de Operações Rio, localizado na Cidade Nova, no coração da cidade. O evento contou com a presença do prefeito Eduardo Cavaliere e do secretário estadual de Segurança Pública, Victor Santos.
As operações contarão com o suporte das forças de segurança e terão início em 16 de julho.
Cavaliere destacou que o principal intuito do programa é integrar esforços dos diversos poderes para combater a distribuição e venda de produtos considerados ilegais.
“A exploração do espaço público é uma prática antiga no Rio de Janeiro, que se intensificou ao longo das décadas. Com a atual configuração em termos de volume e padronização, essa atividade se consolidou como um problema associado ao crime organizado”, declarou o prefeito Eduardo Cavaliere.
Decretos estabelecerão perímetro de tolerância zero
Dentre as primeiras ações anunciadas, estão dois decretos destinados a criar um perímetro com tolerância zero contra a exploração dos espaços públicos nos calçadões de quatro bairros da Zona Sul:
- Leme
- Copacabana
- Ipanema
- Leblon
Aproximadamente 70 pontos estratégicos de ocupação serão delineados para coibir a exploração dessas áreas, conforme informações da Secretaria Municipal de Ordem Pública.
Poder público destaca exploração dos ambulantes
O secretário estadual de Segurança Pública, Victor Santos, enfatizou que a operação visa erradicar a atuação de grupos que exploram trabalhadores em situações ilegais.
“Não podemos permitir que o crime organizado aproveite-se das pessoas para forçá-las a trabalhar ilegalmente. A prefeitura também está oferecendo aos cidadãos honestos uma chance para se regularizarem antes do início das operações”, comentou Victor Santos.
A administração municipal esclareceu que a ação contra os ambulantes ilegais não afetará aqueles devidamente autorizados a operar na orla.
“É crucial distinguir entre os trabalhadores ambulantes legalizados e aqueles envolvidos na exploração do espaço público por organizações criminosas. Nosso objetivo é deixar claro qual é o alvo da operação”, afirmou Cavaliere.
Análise identifica atividades irregulares nos calçadões
Através de ações preventivas em trechos da Zona Sul do Rio, foram detectados vários problemas relacionados à ocupação irregular dos espaços públicos.
Dentre as questões levantadas estão:
- Cobrança indevida por pontos comerciais
- Explotação dos ambulantes
- Aquisição clandestina e locação de pontos comerciais strong>
- Carga sem comprovação legal strong > li >
- Sistemas próprios de abastecimento strong > li >
A administração pública acredita que essa estrutura criou uma rede organizada voltada à exploração nas áreas com grande fluxo tanto de residentes quanto de turistas.
Secretaria identifica 22 depósitos ilegais strong > h2 >
O secretário municipal da Ordem Pública, Marcus Belchior strong >, anunciou que operações de inteligência revelaram a existência de 22 depósitos ilegais strong >em funcionamento irregular. p >
A pasta estima que esses locais geram cerca de R$ 100 milhões anuais strong >com locações e equipamentos. p >
Além disso, segundo as estimativas oficiais, há aproximadamente mil pontos ilegais strong >de venda nos calçadões dos bairros mencionados anteriormente. p >
Outro dado relevante aponta que cerca de 20% dos ambulantes ilegais são estrangeiros strong >. p >
“Algumas facções criminosas cobram entre R$ 200 e R$ 300 diariamente pelos pontos vendidos nos calçadões. A venda clandestina e o aluguel desses locais, além da comercialização de produtos sem procedência são práticas comuns. Por exemplo, como pode um chocolate famoso em um shopping custar R$ 100 ou R$ 110 enquanto um ambulante vende por R$ 30? Isso claramente não provém de uma fonte legal”, afirmou o secretário Marcus Belchior strong >. p >
GSI-RJ produzirá informações para análise strong > h2 >
Um dos órgãos participantes do programa é o Gabinete de Segurança Institucional do Estado do Rio de Janeiro (GSI-RJ) strong > p >
O governo informou que este órgão ficará encarregado pela coleta e produção das informações necessárias para as análises realizadas pelos demais setores envolvidos nesta iniciativa. p >
“A colaboração entre os diferentes órgãos é vital, pois essa questão não abrange apenas segurança; ela impacta também o comércio, turismo e mobilidade urbana. O GSI-RJ será responsável por coordenar as informações destinadas à Seop e aos outros órgãos envolvidos no combate ao crime organizado”, afirmou o chefe do GSI-RJ, Roberto Leão strong > p >
Câmeras, drones e aumento no policiamento strong > h2 >
A Prefeitura anunciou que haverá um aumento na presença policial tanto nas ruas quanto nos acessos aos calçadões. As ações incluirão: p >
- Agentes li >
- Câmeras li >
- Drones li >
A intenção da administração pública é interromper a cadeia ilegal associada à exploração dos espaços públicos. p >
A Prefeitura também planeja intensificar as apreensões relacionadas às mercadorias irregulares, especialmente aquelas sem nota fiscal, além da erradicação dos depósitos clandestinos. p >
“Recentemente foram encontradas camisas falsificadas da seleção brasileira sendo vendidas em vários pontos da cidade durante a Copa do Mundo. Isso não pode ser considerado coincidência”, ressaltou Belchior strongest > p >
Impactos no comércio, turismo e mobilidade urbana h2 >
A avaliação conjunta entre as autoridades indica que o programa Tolerância Zero forte >não diz respeito apenas à segurança pública. Tanto o Governo Estadual quanto a Prefeitura entendem que a ocupação irregular dos espaços na orla também prejudica o comércio formal , o turismo e a mobilidade urbana . p >
A ação tem como alvo uma das regiões mais movimentadas do Rio, onde há grande concentração tanto de moradores quanto visitantes. Para as autoridades locais , será um desafio diferenciar os trabalhadores regulamentados daqueles que estão envolvidos em práticas irregulares ligadas à exploração econômica .
“Algumas facções criminosas cobram entre R$ 200 e R$ 300 diariamente pelos pontos vendidos nos calçadões. A venda clandestina e o aluguel desses locais, além da comercialização de produtos sem procedência são práticas comuns. Por exemplo, como pode um chocolate famoso em um shopping custar R$ 100 ou R$ 110 enquanto um ambulante vende por R$ 30? Isso claramente não provém de uma fonte legal”, afirmou o secretário Marcus Belchior strong >. p >
Um dos órgãos participantes do programa é o Gabinete de Segurança Institucional do Estado do Rio de Janeiro (GSI-RJ) strong > p >
O governo informou que este órgão ficará encarregado pela coleta e produção das informações necessárias para as análises realizadas pelos demais setores envolvidos nesta iniciativa. p >
“A colaboração entre os diferentes órgãos é vital, pois essa questão não abrange apenas segurança; ela impacta também o comércio, turismo e mobilidade urbana. O GSI-RJ será responsável por coordenar as informações destinadas à Seop e aos outros órgãos envolvidos no combate ao crime organizado”, afirmou o chefe do GSI-RJ, Roberto Leão strong > p >
Câmeras, drones e aumento no policiamento strong > h2 >
A Prefeitura anunciou que haverá um aumento na presença policial tanto nas ruas quanto nos acessos aos calçadões. As ações incluirão: p >
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A intenção da administração pública é interromper a cadeia ilegal associada à exploração dos espaços públicos. p >
A Prefeitura também planeja intensificar as apreensões relacionadas às mercadorias irregulares, especialmente aquelas sem nota fiscal, além da erradicação dos depósitos clandestinos. p >
“Recentemente foram encontradas camisas falsificadas da seleção brasileira sendo vendidas em vários pontos da cidade durante a Copa do Mundo. Isso não pode ser considerado coincidência”, ressaltou Belchior strongest > p >
Impactos no comércio, turismo e mobilidade urbana h2 >
A avaliação conjunta entre as autoridades indica que o programa Tolerância Zero forte >não diz respeito apenas à segurança pública. Tanto o Governo Estadual quanto a Prefeitura entendem que a ocupação irregular dos espaços na orla também prejudica o comércio formal , o turismo e a mobilidade urbana . p >
A ação tem como alvo uma das regiões mais movimentadas do Rio, onde há grande concentração tanto de moradores quanto visitantes. Para as autoridades locais , será um desafio diferenciar os trabalhadores regulamentados daqueles que estão envolvidos em práticas irregulares ligadas à exploração econômica .
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A avaliação conjunta entre as autoridades indica que o programa Tolerância Zero forte >não diz respeito apenas à segurança pública. Tanto o Governo Estadual quanto a Prefeitura entendem que a ocupação irregular dos espaços na orla também prejudica o comércio formal , o turismo e a mobilidade urbana . p >
A ação tem como alvo uma das regiões mais movimentadas do Rio, onde há grande concentração tanto de moradores quanto visitantes. Para as autoridades locais , será um desafio diferenciar os trabalhadores regulamentados daqueles que estão envolvidos em práticas irregulares ligadas à exploração econômica .
