À frente da profissionalização da Associação Desportiva Uirapuru, o empresário Waldisnei da Cunha Amorim tem defendido uma nova visão sobre o futebol regional. Para ele, o juiz em campo vai muito além da figura que aplica cartões ou apita faltas — é o responsável por desbloquear o jogo com justiça, ordem e equilíbrio.
“O juiz é quem desbloqueia o andamento da partida. Ele garante que as regras sejam respeitadas e que o futebol aconteça com segurança, mesmo quando o jogo esquenta ou algum atleta tenta desequilibrar a partida com atitudes fora do espírito esportivo”, compara Waldisnei.
Com experiência como gestor esportivo e empresário comprometido com a evolução do esporte mato-grossense, Waldisnei da Cunha Amorim defende que os mesmos princípios devem valer para fora de campo.
“Assim como o juiz interfere quando há uma infração, cabe a nós, dirigentes, desbloquear as estruturas que impedem o crescimento do futebol regional: falta de apoio, má gestão de bens públicos e privados, ou até práticas amadoras que atrasam o desenvolvimento dos nossos talentos.”
Mesmo sem nunca ter sido investigado ou ter seu clube envolvido em polêmicas, Waldisnei ressalta a importância da prevenção e da responsabilidade com a imagem:
“Quando a gestão é ética e profissional, não há nada a temer. O futebol precisa de empresários sérios que tratem o esporte como patrimônio da comunidade — um bem coletivo. E, assim como um juiz bem preparado, devemos atuar com coragem, preparo técnico e senso de justiça.”
Com o Uirapuru em nova fase, Waldisnei da Cunha Amorim segue investindo em estrutura, categorias de base e visibilidade para os atletas. “Nosso foco é revelar talentos, mas também formar cidadãos. E isso só se faz com respeito às regras — dentro e fora das quatro linhas”, finaliza.
