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Suspeito de atuar como segurança do miliciano Zinho é executado no Rio

Por Sudeste em Foco

Renan Ribeiro Viana, conhecido como Renan Bomba, foi morto com tiros de fuzil na Avenida Antares, em Santa Cruz. Ele tinha cinco anotações criminais e era suspeito de fazer a segurança do miliciano Zinho.

Um homem suspeito de integrar a milícia do Zinho, maior do estado do Rio, foi morto com tiros de fuzil na Avenida Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, na noite desta quinta-feira (21). Renan Ribeiro Viana, de 36 anos, é suspeito de ser um dos seguranças do miliciano.

Ele estava passando de carro na via quando foi surpreendido por homens armados. O veículo ficou crivado de balas e Renan morreu no local.

Policiais militares do 27º BPM (Santa Cruz) isolaram a área para a perícia da Delegacia de Homicídios da Capital investiga o caso.

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Renan era conhecido como Renan Bomba, e tinha cinco anotações criminais. Ele foi preso em 2015 já sob a suspeita de ser segurança de Luis Antônio da Silva Braga, o Zinho. Na época, a milícia era chefiada pelo irmão dele, Carlos Alexandre da Silva Braga, o Carlinhos Três Pontes.

Carlos Alexandre acabou sendo morto em 2017 durante uma operação policial e a maior milícia do RJ passou para as mãos de Wellington da Silva Braga, o Ecko. Após a morte de Ecko, Zinho assumiu o grupo e agora é um dos criminosos mais procurados do Rio de Janeiro.

Prisão no camelódromo de Santa Cruz
Dois homens foram presos suspeitos de integrar a milícia do Zinho no camelódromo de Santa Cruz, no Rio, nesta quinta-feira (21). Jonatan da Silva Pereira e Erick dos Santos Lima foram presos em flagrante cobrando taxas de comerciantes.

Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) monitoraram a ação criminosa durante horas antes da prisão. Erick tentou fugir e entrou em luta corporal com os agentes, mas acabou detido. Ele estava armado e usava uma tornozeleira eletrônica.

A polícia aponta que eles estavam cobrando as taxas aos comerciantes a mando do Zinho.

Além da arma de fogo, ao todo foram apreendidos dois aparelhos celulares e dinheiro. Os presos vão responder por formação de milícia privada, extorsão, resistência e porte de arma de fogo.

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